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Quarta-feira, Março 2


Camelo X Chorão

O juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, titular da 40ª Vara Cível do Rio, espera Alexandre Magno, o Chorão do Charlie Brown Jr., apresentar sua defesa no processo em que figura como reu. O processo é movido pelo vocalista da banda Los Hermanos, Marcelo de Souza Camelo. O juiz proferiu esse despacho na terça-feira, 22, quatro dias após o roqueiro paulista receber a intimação de um oficial de justiça no final do show que fez com sua banda, no Claro Hall, na Barra, zona oeste do Rio. O processo corre desde 9 de novembro do ano passado. Nele, o músico carioca, através da advogada Ana Hertz Bittencourt Almeida Magalhães, pede indenização por danos morais e materiais. O valor da indenização, no caso de Chorão ser processado, será determinado pelo juiz no final da ação. A causa da ação é uma agressão física registrada no aeroporto de Fortaleza, após um bate-boca entre os dois músicos, a bordo de um vôo do Rio para a capital cearense, no dia 2 de julho de 2004. Na briga, Camelo sofreu um abcesso no septo nasal, o que lhe obrigou a fazer uma drenagem em um hospital do Rio. O barraco As duas bandas viajaram no mesmo avião, rumo a Fortaleza, no dia 2 de julho do ano passado, com o mesmo objetivo: participar do "Festival Musical Piauí Pop". A parada na capital cearense seria para a conexão. No interior da aeronave, Chorão teria se descontrolado e provocado Camelo, que criticou o vocalista do Charlie Brown Jr. em entrevista à revista Oi, no mês anterior. A agressão veio crescendo e, no aeroporto, terminou em pancadaria. Chorão e Camelo foram levados à Polícia Federal para prestar esclarecimentos, mas nenhuma queixa foi feita ali, já que o único vôo disponível para Teresina decolaria em 20 minutos. Uma semana depois, Marcelo Camelo foi operado na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio e teve alta no mesmo dia.

Fonte: AOL Música
por Rafaela 2:33 PM
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Terça-feira, Março 1


Marcelo produtor de disco
Marcelo Camelo produziu o disco de Bebet, seu tio, do grupo Tamba Trio.
Leia abaixo a matéria publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo.

A volta de uma voz misteriosa

Hugo Sukman


Quando a gravação do Tamba Trio de "Mas que nada", o velho misto de samba e maracatu composto por Jorge Ben, estourou mundialmente às vésperas da Copa do Mundo de 1998 embalada por um anúncio de produtos esportivos, o telefone de Bebeto Castilho não parou de tocar. Muita gente queria gravar com o baixista, flautista e, principalmente no caso, cantor do mais genial dos trios brotados no Brasil à época da bossa nova.

- Teve um que queria fazer um disco e falou: "Já tenho até um produtor para você." Esse "até' me assustou tanto, que saí voando - ri Bebeto, em seu senso de humor característico, enquanto mostra ao repórter do GLOBO, num estúdio em Copacabana, o disco que finalmente gravou, quase sete anos depois do assustador "até", mas da maneira que queria, a sua maneira.

Em vez de "até" um produtor, que de repente nem o conhecia, a iniciativa do segundo disco solo de Bebeto como cantor - o primeiro, de 1976, foi por anos peça de colecionador até ser relançado em CD pelo selo inglês What Music - partiu de casa mesmo, de seu sobrinho-neto Marcelo Camelo, cantor, guitarrista e compositor da banda de rock Los Hermanos.

- Não que todo mundo tenha que ter um produtor geneticamente ligado, mas é preciso uma pessoa que tenha uma convivência bastante próxima, e o Marcelo manja todas - diz Bebeto.

Manjar todas significa, basicamente, entender o artista sui generis que é Bebeto.

- Ele tem o coração como norte, mais do que uma estética - analisa Camelo, que produziu o disco de forma independente e agora negocia com gravadoras. - Os sambas que ele escolhe para cantar não têm harmonias truncadas, ângulos obtusos, embora o tratamento harmônico seja luxuoso, cuidadoso. São canções redondas que contam histórias, há uma fluidez carinhosa. Tem uma coisa na estética dele, na maneira que divide quando canta, na maneira que toca baixo elétrico que em si já é valiosa. Meu papel é abrir portas de alguma forma.

Bebeto é o nosso Chet Baker: canta como toca

Bebeto é, na verdade, daqueles segredos bem guardados da música brasileira. Não apenas por ter formado o mítico Tamba Trio com Luiz Eça (piano) e Hélcio Milito (bateria e tamba, o kit de percussão que deu nome ao influente grupo), por ser o maior ídolo de gente como Milton Nascimento (que começou a carreira tocando baixo à maneira de Bebeto no Tamba), por ser cantor tão raro quanto influente, mesmo com um só disco gravado em 65 anos de vida. Talvez por ser o nosso Chet Baker - como o músico americano, que cantava da mesma forma que tocava trompete, o canto macio, suave de Bebeto é como a sua flauta.

- Não tem glissando, é como o instrumento mesmo - diz o sobrinho.

- Eu sou um músico que canta, não um cantor que toca - define-se Bebeto, que comenta a comparação constante (e não de todo despropositada) que fazem de sua maneira de cantar com a de João Gilberto. - Nossa raiz comum é Chet Baker. Tem em São Paulo o Walter Santos, que já fazia isso antes de mim e do João. O que me incomoda é o cantor não chegar na nota. Fica chato. O trombone que é um instrumento mais para o glissando não toca assim. Imagina o instrumento que não tem essa característica. O canto é o instrumento mais livre que existe. Dentro da sua tessitura, do seu alcance, você faz o que quiser.

Camelo produziu com carinho filial o disco que Bebeto (e seus fãs) sempre sonhou.

- O disco tem três partes - diz Bebeto. - É o que ouvi na infância, o que toquei na juventude e o que será meu futuro, que é trabalhar com a turma nova.

A turma nova começa pelo próprio Camelo, que compôs um samba que está no disco, "Amendoeira", uma conversa com uma árvore no molde de uma das músicas mais celebradas do primeiro LP de Bebeto, "Salgueiro chorão", de Durval Ferreira. É a cantora Thalma de Freitas, filha do dileto pianista de Bebeto, Laércio de Freitas, e a quem Bebeto acompanhou no disco. Juntos cantam "Pode ser", raro samba sincopado de Geraldo Pereira. Há um tempo, Thalma mostrou uma fita de sua colega de vocais na Orquestra Imperial, Nina Becker. Foi uma descoberta para Bebeto.

- A Nina tem um registro especial. Ela canta na tessitura das outras, mas o timbre soa bonito, morno. A Thalma me mostrou numa fita. Botei na algibeira e agora a chamei - diz Bebeto, que convidou Nina para cantar um duo composto por Durval Ferreira e Regina Werneck, "Beijo distraído".

Coisas como "Beijo distraído" representam a tal parte do disco referente à música da juventude de Bebeto, o período de tocar em baile, da formação do Tamba Trio e da viagem bossa nova adentro.

- Não éramos estilistas, como o Tom Jobim era. Hélcio, Luiz e eu sempre fomos músicos de baile, de boate - diz Bebeto.

Estilo no baixo vem do surdo do Salgueiro

Esse clima é mantido por Bebeto mesmo depois da morte de Luiz Eça, com o trio que o acompanha no novo CD: Laércio de Freitas no piano elétrico Rhodes, como no primeiro disco, e o baterista Ivo Caldas - aos quais são acrescidos cordas e sopros, volta e meia. O centro do repertório são sambas antigos, sincopados, como "Minha palhoça" (que Bebeto canta em duo com Wilson das Neves, "sambista de verdade, meu hábeas-corpus para cantar samba", brinca).

- Eu gosto mesmo é disso, de cantar sambas dos antigos, divididos - diz. - Com o mesmo arranjador, Laércio de Freitas, que toca um piano elétrico de uma sonoridade maravilhosa.

O novo disco remete mais à sonoridade da segunda fase do Tamba Trio, nos anos 70, mais elétrica. Mas quando o assunto é o seu instrumento, a flauta - o saxofone foi abandonado há alguns anos, cansou do timbre - Bebeto reforça o tom singelo, poético mesmo, do seu raciocínio sobre música:

- A flauta em sol é um amor de instrumento. A gente se fala, se agarra, se ama. Tudo que imagino ela me responde tão bem...

Ao lado, Camelo também sorve as palavras, o estilo do tio - influência clara em sambas que compõe, como "Cara valente".

- Quando a coisa é minimalista, como no caso dele, a música fica moderna para sempre - resume Camelo a principal lição aprendida com o tio.

Uma espécie de sabedoria muito singela que Bebeto resume, olhando nos olhos do repórter, que perguntou por que ele afinal demorou tanto a gravar de novo.

- Ah, eu não levei esse tempo todo, 53 anos de música, para na hora H fazer o que eles querem. Acho justo agora fazer do meu jeito - diz Bebeto para, generosamente, dar uma gargalhada e puxar um outro assunto de música. - Quando eu era garoto, lá na Tijuca, eu dormia ouvindo o surdo do Salgueiro. O meu baixo vem daí. Sabia?



por Rafaela 12:35 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 18


AMARANTE NO MULTISHOW

Revista Bastidores ¿ Especial
Segunda, dia 21, às 23h45

Fique por dentro de tudo que aconteceu na gravação do especial ¿Um Barzinho, Um Violão ¿ Jovem Guarda¿ no Revista Bastidores. Um encontro da nova geração musical com os clássicos dos primórdios do rock nacional, promovido pelo Multishow. Entre os convidados, Nando Reis, Caetano Veloso e Rodrigo Amarante, do Los Hermanos.

Vale lembra que está rolando a votação para a 1ª fase do Prêmio Multishow de Música Brasileira 2005. É só escolher os seus favoritos (Los Hermanos, é claro) em cada uma das categorias. É o Prêmio Multishow, com o seu voto decidindo dos finalistas aos vencedores!


por Rafaela 9:23 PM
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NOVO DISCO EM MARÇO

Por Alex.

E ontem começou a produção do novo disco do Los Hermanos!

Curiosamente um dia depois de termos recebido o DVD que filmamos no ano passado no Cine Íris. Agora, enquanto o público mata as saudades daquela turnê, começamos a trabalhar no álbum que será lançado no segundo semestre.

O esquema é o mesmo do "Ventura": sítio em Petrópolis e depois a gravação aqui no Rio; novamente com a produção do Kassin.

Ontem a banda toda subiu a serra para conhecer o sítio, montar o equipamento e eqüalizar o som. Depois de tudo montado, a equipe, Bruno e Barba voltaram para o Rio. Durante essa semana somente Marcelo e Amarante ficarão por lá, terminando as composições. Na segunda-feira que vem Bruno e Barba retornam para começarem os arranjos das canções.

No final de março teremos um show no Circo Voador, aqui no Rio. Não é certo mas é bem provável que já toquem alguma música nova. Vamos colocar o serviço desse show no site dentro de alguns dias.

Um abraço,
Alex



por Rafaela 3:55 PM
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LOS HERMANOS NO CIRCO VOADOR

A banda se apresenta dia 24 de Março no Circo Voador (Lapa/RJ) no Festival Rock Me junto com Supertrumpho, Abaixo de Zero, GrandPrix & Canvas e Mcs De Leve e Shaolin. O preço da entrada é de R$ 30,00 e R$ 15,00 para estudantes.

Horário: 21:30h
por Rafaela 3:53 PM
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PRÉ-VENDA DO DVD "LOS HERMANOS NO CINE ÍRIS"

O primeiro DVD ao vivo do Los Hermanos, já está em pré-venda em algumas lojas virtuais, como a Saraiva , cujo valor é de R$ 44,40.
"Este é o primeiro DVD da banda Los Hermanos, que apresenta o show realizado no Cine Íris, em julho de 2004. No repertório você poderá conferir músicas como ¿Quem Sabe¿, ¿Do Sétimo Andar¿ e ¿O Vencedor¿, além de um documentário com cenas dos ensaios, da gravação do disco e da turnê do seu mais recente álbum ¿Ventura¿."
O lançamento oficial será em Março.


por Rafaela 3:49 PM
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Domingo, Dezembro 26


FOTOS DO SHOW NO CANECÃO

Algumas fotos do show no Canecão sexta-feira!!!! Depois eu posto as de Domingo!!!

Cara..foi o show mais foda do Los Hermanos que já fui...Tocaram Onze Dias, alguém tem noçao do q é isso?? Muito fodaaaaaaaa!!!!!




por Rafaela 10:44 PM
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Segunda-feira, Novembro 15


Blog Atualizado!



Finalmente arranjei um tempo no meio de tantas provas pra dar uma leve atualizada, pois muita coisa já rolou e eu não tive tempo de postar aqui!
Bom, acho q todos já sabem que a turnê do Ventura está chegando ao fim. Os meninos estão trabalhando desde do Julho de 2003 e encerrarão a turnê com três maravilhosos shows no Rio. Além de todo o repertório do "Ventura" a banda deve apresentar algumas surpresas para o público carioca; músicas que nunca foram tocadas por aqui como "Santa Chuva" (de autoria do Camelo e cantada por Maria Rita) e outras que não estavam no set há anos como "Azedume" devem estar presentes. Confira abaixo a agenda carioca!

Local: Canecão
10 de Dezembro
Abertura: Acabou La Tequila!
Na formação da banda - que foi fundamental no início da carreira do Los Hermanos - estão Kassin (produtor do Ventura), Nervoso, Renatinho (Canastra), Donida (Matanza) e Léo Massacre (Orquestra Imperial).

11 de Dezembro
Abertura: Domenico + 2.
O trio Domenico + 2 é composto por Domenico, Kassin e Moreno + Pedro Sá e Stéphane San Juan.

12 de Dezembro
Abertura: Carne de Segunda.
Carne de Segunda é outra excelente banda que tocava muito com o Los Hermanos no circuito underground carioca no final dos anos 90. Em sua formação, Gabriel Bubu, Benjão e Bruno.

Os ingressos ainda não começaram a ser vendidos, então assim que souber de alguma novidade aviso a vocês!

Fonte: Site oficial

por Rafaela 10:56 PM
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Terça-feira, Setembro 14




Votação para o Multipop Brasil

O Los Hermanos está em primeiro lugar na votação para as bandas que tocarão em Recife em novembro, no Multipop Brasil. Quem quiser continuar votando acesse o site do festival!
por Rafaela 9:27 PM
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Los Hermanos no Rio



Mais uma vez os meninos voltam pra casa com a agenda cheia.
Confira os próximos shows no Rio:

06/10 - Kokeluxe - Taquara
10 e 11/12 - Canecão - Botafogo


OBS: Os shows do Canecão serão de Lançamento do primeiro DVD da banda.
por Rafaela 9:24 PM
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Mais "Último Romance"

O mais novo clipe do Los Hermanos já está na programação da MTV.
Se você quiser vê-lo mais vezes é só ligar para (11) 5180-3333 ou enviar um e-mail para disk@mtv.com.br.
por Rafaela 9:21 PM
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Terça-feira, Setembro 7


Último Romance

O clipe de "Último Romance" estréia na MTV na terça-feira, dia 07.09, nos programas Central e Pulso. Um dia antes, o Jornal da MTV faz uma prévia, mostrando um trecho do clipe, que foi gravado ao vivo no Cine Íris e dirigido por Eduardo Valente.
por Rafaela 9:06 AM
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Propaganda política não-autorizada!

Segundo o site oficial, a banda não autoriza que nenhuma de suas músicas sejam utilizadas em propagandas políticas. Quem ouvir qualquer música da banda sendo usada para estes fins, pode colaborar, escrevendo para info@loshermanos.com.br, dizendo o nome e partido do candidato e sua cidade de origem.
por Rafaela 9:05 AM
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Quarta-feira, Agosto 25


Sobre o DVD
Segundo o site oficial, começou hoje a mixagem do áudio do DVD ao vivo do Los Hermanos. A previsão de lançamento é para Novembro.
por Rafaela 2:38 PM
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Quarta-feira, Agosto 18


Bruno Medina escreve pro jornal O Globo

No Megazine do jornal O Globo de terça (17/08), Bruno Medina publicou um texto sobre o show da banda no Festival Sudoeste em Portugal na semana retrasada.
Veja abaixo o texto na íntegra.

Hermanos com a palavra

Bruno Medina
ZAMBUJEIRA DO MAR
Portugal


Na semana passada, minha banda participou do Sudoeste 2004, tradicional festival português realizado na cidade de Zambujeira do Mar, na região sudoeste do país. Os shows ocorrem numa grande área verde situada perto de um povoado a três horas de distância de Lisboa. A principal característica deste festival é que a maioria do público presente fica acampado numa área anexa, constituindo uma gigante comunidade de barracas que perdura pelos três dias do evento, e isso por si só já cria uma atmosfera peculiarmente harmoniosa para o festival; não se vê nenhum policiamento ostensivo ou qualquer tipo de confusão. Acho que a vida em comunidade no camping proporciona uma maior noção de coletividade, e esse é certamente um bom exemplo a ser seguido pelos festivais brasileiros.

No mais, em relação à estrutura, posso dizer que nossos festivais estão bem próximos dos europeus. A escalação das bandas era de se tirar o chapéu: Kraftwerk, Air, Dandy Warhols, Massive Attack, Franz Ferdinand, sendo que os três últimos tocaram no nosso dia. Como chegamos um pouco antes na região, tivemos a oportunidade de sentar na grama e assistir aos shows, coisa que há muito não conseguimos fazer no Brasil. Eu fiquei muito impressionado com o show dos escoceses do Franz Ferdinand. A banda ainda não é muito conhecida do público brasileiro mas hoje é uma das mais badaladas da Europa. O som remete bastante aos anos 80, me lembrou Devo, Duran Duran e Strokes, numa bem-sucedida combinação. Outra banda legal que eu não conhecia é a Divine Comedy, da Inglaterra, que mistura country americano com uma influência marcante de David Bowie. A nossa participação no evento foi tímida, fizemos o show de abertura do segundo dia do festival e ainda somos desconhecidos de grande parte do público português. Nossa apresentação foi muito bem recebida, contando até com um pedido de bis, mas é preciso se adaptar à distância e à seriedade do público europeu. Já é possível ver em meio a multidão algumas pessoas cantando nossas músicas e isso nos causou surpresa. Creio que ainda temos um longo caminho a percorrer no que se refere à penetração da banda na Europa, mas o primeiro passo já está dado.

Outras turnês já estão sendo estudadas e é possível que voltemos a Portugal ainda este ano para a realização de cinco shows, desta vez tocando sozinhos e em lugares menores. Cabe deixar registrado que é muito revigorante a sensação de começar de novo em outro lugar, onde ninguém nos conhece e onde temos a oportunidade de fazer tudo de uma forma diferente, e até de repetir alguns erros também.

por Rafaela 12:15 PM
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Cidade: Rio de Janeiro

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[ Agenda dos Hermanos ]


24.03 - Rio de Janeiro - Circo Voador (Lapa)

[ Biografia ]

Nome completo: Rodrigo Amarante de Castro Neves
DN/Local: 06/09/76 (27 anos) - Rio de Janeiro
Signo: Virgem
Formação: Estudou Jornalismo na PUC/RJ (trancou no último semestre)
Na banda: guitarra, violão, piano, baixo, flauta transversa
Outros Instrumentos q toca: Banjo ("bloco..") e viola caipira (luau MTV)
Outras bandas q tocou: Los Birras (em Fortaleza) e Barnabé (com o Barba e o Marcelo)
Nome completo: Rodrigo Lins Martins
DN/Local: 23/01/79 (24 anos) - Rio de Janeiro/RJ
Signo: Aquário
Na banda: Bateria
Outros Instrumentos q toca: 'nenhum'
Outras bandas q tocou: 'capo de fusca, latuya'
1º instrumento/ qts anos?: 'bateria aos 12 ou 13 anos'
Quando e como se descobriu músico ? :- 'Não sei......acho que desde de que tocava com meus amigos lá em poços (*Poços de Caldas/ MG) eu já gostava muito de tocar.'
Nome completo: Bruno Medina da Cunha
DN/Local: 10/08/78 (25 anos) - Rio de Janeiro/RJ
Signo: Leão
Formação: Publicidade - PUC/RJ
Na banda: Teclado
Outros Instrumentos q toca: 'escaleta e piano'
Outras bandas q tocou: 'Fabio Dwyer and the Hotweillers (projeto para apenas uma apresentação)'
1º instrumento/ qts anos: 'pianinho Hering com 9 anos'
Quando e como se descobriu músico ? :- 'Quando passamos a receber cachê pelos shows'

Nome completo: Marcelo de Souza Camelo
DN/Local: 04/02/78 (25 anos) - Rio de Janeiro/RJ
Signo: Aquário
Formação: Estudou Jornalismo na PUC/RJ (trancou no último semestre)
Na banda: Voz, guitarra, pandeiro.
Outros Instrumentos q toca: 'violão' Outras bandas q tocou: 'Barnabé, Minanina's Popcorn'
1º instrumento/ qts anos: 'Teclado com uns 10 anos'
Quando e como se descobriu músico?: - 'Sempre gostei de música, desde muito novo.'
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